Você conhece o 1º editor online de histórias em quadrinhos do Brasil? Pois é, Mauricio de Souza mais uma vez pensando nas nossas crianças criou um site que dá oportunidade aos pequenos em criar, montar e divulgar suas historinhas. No site, fãs de todas as idades podem criar suas próprias histórias, usando personagens, cenários, objetos e balões do universo da Turma da Mônica. As histórias são avaliadas pelos visitantes da página, e as melhores poderão até ser publicadas nas revistas da Turma da Mônica. Para criar suas histórias, não é preciso pagar nada: um pacote de imagens gratuito está sempre disponível para todos os participantes cadastrados. E para ler e votar nas histórias do portal, não há necessidade nem de cadastro!
Vamos lá garotada, acessem o http://www.maquinadequadrinhos.com.br/ e divirtam-se!
quinta-feira, 1 de abril de 2010
sexta-feira, 26 de março de 2010
Cochilos são importantes para a criança
Nova pesquisa mostra que tirar um cochilo - além de ser uma delícia - faz bem para a saúde e para o desenvolvimento do seu filho.
Assim que nasce, a rotina do seu filho se resume a mamar, dormir e brincar. Com o passar dos meses, ele começa a ficar mais tempo acordado até que as sonecas passam a acontecer na parte da manhã e da tarde. Os benefícios do sono à noite são mais que conhecidos, mas uma nova pesquisa mostrou, justamente, o que a criança ganha quando dorme à tarde. De acordo com os cientistas, uma hora de cochilo durante a tarde é capaz de restaurar e até mesmo de ampliar os processos cognitivos.
A soneca da tarde melhora o rendimento e permite que a criança aprenda ainda mais. “O sono leva a aprendizagem para além de onde estava antes da soneca. É como se a caixa de entrada de e-mails estivesse cheia e, até que seja limpa, por meio do sono, não será possível receber mais mensagens. Quando dorme, libera-se mais espaço para novas informações”, disse Matthew Walker, um dos autores da pesquisa.
Outro benefício é o descanso. Depois de todas as atividades matinais, seu filho precisa de repouso também. Quando isso não acontece, ele pode ficar irritado, e a fala e os movimentos, mais lentos. "O organismo infantil precisa de um descanso durante o dia até completar 4 anos. Dormir de uma a duas horas é reparador e ajuda no seu desenvolvimento", afirma o pediatra Glaucio José Granja de Abreu.
Então vamos incentivar os cochilos com as nossas crianças!
Assim que nasce, a rotina do seu filho se resume a mamar, dormir e brincar. Com o passar dos meses, ele começa a ficar mais tempo acordado até que as sonecas passam a acontecer na parte da manhã e da tarde. Os benefícios do sono à noite são mais que conhecidos, mas uma nova pesquisa mostrou, justamente, o que a criança ganha quando dorme à tarde. De acordo com os cientistas, uma hora de cochilo durante a tarde é capaz de restaurar e até mesmo de ampliar os processos cognitivos.
A soneca da tarde melhora o rendimento e permite que a criança aprenda ainda mais. “O sono leva a aprendizagem para além de onde estava antes da soneca. É como se a caixa de entrada de e-mails estivesse cheia e, até que seja limpa, por meio do sono, não será possível receber mais mensagens. Quando dorme, libera-se mais espaço para novas informações”, disse Matthew Walker, um dos autores da pesquisa.
Outro benefício é o descanso. Depois de todas as atividades matinais, seu filho precisa de repouso também. Quando isso não acontece, ele pode ficar irritado, e a fala e os movimentos, mais lentos. "O organismo infantil precisa de um descanso durante o dia até completar 4 anos. Dormir de uma a duas horas é reparador e ajuda no seu desenvolvimento", afirma o pediatra Glaucio José Granja de Abreu.
Então vamos incentivar os cochilos com as nossas crianças!
sexta-feira, 19 de março de 2010
O que pode atrapalhar o aprendizado?
Dislexia, hiperatividade, déficit de atenção. Não é fácil quando você descobre que seu filho tem um desses distúrbios comportamentais. E entre tantas questões, uma das mais frequentes é saber como será o aprendizado da criança.
Dificuldade de aprendizagem, por vezes referida como desordem de aprendizagem ou transtorno de aprendizagem, é um tipo de desordem pela qual um indivíduo apresenta dificuldades em aprender efetivamente. No campo da Educação, as mais comuns são a Dislexia, a Disortografia e a Discalculia.
Um indivíduo com dificuldades de aprendizagem não apresenta necessariamente baixo ou alto QI: significa apenas que ele está trabalhando abaixo da sua capacidade devido a um fator com dificuldade, em áreas como por exemplo o processamento visual ou auditivo. As dificuldades de aprendizagem normalmente são identificadas na fase de escolarização, por profissionais como psicólogos, através de avaliações específicas de inteligência, conteúdos e processos de aprendizagem.
Várias teorias tem sido formuladas para explicar a causa ou as causas das dificuldades de aprendizagem. Elas são concebidas de modo a envolver o cérebro de alguma forma. As causas mais comuns apontadas são:
Defeitos ou erros na estrutura do cérebro
Abuso de drogas
Má nutrição
Herança genética dos pais
Falta de envolvimento dos pais durante as fases de desenvolvimento precoce do bebê
Falta de comunicação entre as várias partes do cérebro
Quantidades incorretas de vários neurotransmissores, ou problemas no uso dos mesmos por parte do cérebro.
Dificuldades de aprendizagem podem ser tratadas com uma variedade de métodos, mas geralmente são consideradas como desordens vitalícias. Alguns (ajustes, equipamentos e auxiliares) são projetados para acomodar ou ajudar a compensar a deficiência, enquanto outros (Educação Especial) destinam-se a fazer melhorias nas áreas fracas. Os tratamentos incluem:
Ajustes na Sala de Aula:
atribuições de lugares especiais
tarefas escolares alternativas ou modificadas
procedimentos de avaliação/testes modificados
Equipamento Especial:
fonadores eletrônicos e dicionários
processadores de texto
calculadoras falantes
livros em fita
Assistentes de sala de aula:
Tomadores de nota
Leitores
Correctores
Educação Especial:
Horários prescritos em uma classe especial
Colocação em uma classe especial
Matrícula em uma escola especial para a aprendizagem dos alunos com deficiência
Dificuldade de aprendizagem, por vezes referida como desordem de aprendizagem ou transtorno de aprendizagem, é um tipo de desordem pela qual um indivíduo apresenta dificuldades em aprender efetivamente. No campo da Educação, as mais comuns são a Dislexia, a Disortografia e a Discalculia.
Um indivíduo com dificuldades de aprendizagem não apresenta necessariamente baixo ou alto QI: significa apenas que ele está trabalhando abaixo da sua capacidade devido a um fator com dificuldade, em áreas como por exemplo o processamento visual ou auditivo. As dificuldades de aprendizagem normalmente são identificadas na fase de escolarização, por profissionais como psicólogos, através de avaliações específicas de inteligência, conteúdos e processos de aprendizagem.
Várias teorias tem sido formuladas para explicar a causa ou as causas das dificuldades de aprendizagem. Elas são concebidas de modo a envolver o cérebro de alguma forma. As causas mais comuns apontadas são:
Defeitos ou erros na estrutura do cérebro
Abuso de drogas
Má nutrição
Herança genética dos pais
Falta de envolvimento dos pais durante as fases de desenvolvimento precoce do bebê
Falta de comunicação entre as várias partes do cérebro
Quantidades incorretas de vários neurotransmissores, ou problemas no uso dos mesmos por parte do cérebro.
Dificuldades de aprendizagem podem ser tratadas com uma variedade de métodos, mas geralmente são consideradas como desordens vitalícias. Alguns (ajustes, equipamentos e auxiliares) são projetados para acomodar ou ajudar a compensar a deficiência, enquanto outros (Educação Especial) destinam-se a fazer melhorias nas áreas fracas. Os tratamentos incluem:
Ajustes na Sala de Aula:
atribuições de lugares especiais
tarefas escolares alternativas ou modificadas
procedimentos de avaliação/testes modificados
Equipamento Especial:
fonadores eletrônicos e dicionários
processadores de texto
calculadoras falantes
livros em fita
Assistentes de sala de aula:
Tomadores de nota
Leitores
Correctores
Educação Especial:
Horários prescritos em uma classe especial
Colocação em uma classe especial
Matrícula em uma escola especial para a aprendizagem dos alunos com deficiência
sexta-feira, 12 de março de 2010
Os Internéticos
O mundo virtual fascina, diverte e é muito instrutivo!
Com certo exagero, essa é a turma que aprendeu a mexer no mouse quase na mesma época em que tirou a fralda. Por isso, a relação entre a meninada e a tecnologia é inevitável, e pode ser produtiva e saudável se os pais limitarem o tempo no computador e orientarem suas atividades. As crianças têm fascínio pelo mundo virtual e ele pode ser muito útil para seu desenvolvimento. Mesmo quando a preferência é pelos joguinhos. Além de ajudar no desenvolvimento motor (principalmente com os joysticks dos videogames), a internet criou nova forma de comunicação. É ali que as crianças descobrem o mundo, se divertem e fazem novos amigos.
Aos 11 anos, Ana Celina Belotti tem grande intimidade com a internet e está muito bem orientada. Gosta de visitar sites de canais de TV e, entre os games, adora joguinhos como o Lemmings, em que é preciso criar um caminho para o trânsito de bonequinhos. "Para as pesquisas da escola, eu uso o Google", diz, referindo-se à eficaz ferramenta de busca da rede.
O engenheiro de software Marcos Cuzziol compartilha com a nova geração o fascínio e a intimidade com o mundo internético. Ele já desenvolveu dois games infantis e compara o atual estágio da linguagem dos jogos virtuais ao início do cinema, há 100 anos. "Os primeiros filmes eram feitos para assombrar as pessoas, e os games ainda têm esse perfil hoje. Mas eles permitem uma interação que não havia no cinema e que aguça os reflexos e o raciocínio".
Para a psicopedagoga Andréa Almeida Pereira, a internet e os games são uma ferramenta poderosa na aprendizagem e podem estimular a crítica e a reflexão." Mas todo mundo sabe que a rede tem também conteúdos desaconselháveis para a garotada e que boa parte dos games tem enredos violentos. "Cabe aos pais e professores orientar e conquistar as crianças para conhecer sites e games que vão ampliar seus conhecimentos", diz Andréa.
Com certo exagero, essa é a turma que aprendeu a mexer no mouse quase na mesma época em que tirou a fralda. Por isso, a relação entre a meninada e a tecnologia é inevitável, e pode ser produtiva e saudável se os pais limitarem o tempo no computador e orientarem suas atividades. As crianças têm fascínio pelo mundo virtual e ele pode ser muito útil para seu desenvolvimento. Mesmo quando a preferência é pelos joguinhos. Além de ajudar no desenvolvimento motor (principalmente com os joysticks dos videogames), a internet criou nova forma de comunicação. É ali que as crianças descobrem o mundo, se divertem e fazem novos amigos.
Aos 11 anos, Ana Celina Belotti tem grande intimidade com a internet e está muito bem orientada. Gosta de visitar sites de canais de TV e, entre os games, adora joguinhos como o Lemmings, em que é preciso criar um caminho para o trânsito de bonequinhos. "Para as pesquisas da escola, eu uso o Google", diz, referindo-se à eficaz ferramenta de busca da rede.
O engenheiro de software Marcos Cuzziol compartilha com a nova geração o fascínio e a intimidade com o mundo internético. Ele já desenvolveu dois games infantis e compara o atual estágio da linguagem dos jogos virtuais ao início do cinema, há 100 anos. "Os primeiros filmes eram feitos para assombrar as pessoas, e os games ainda têm esse perfil hoje. Mas eles permitem uma interação que não havia no cinema e que aguça os reflexos e o raciocínio".
Para a psicopedagoga Andréa Almeida Pereira, a internet e os games são uma ferramenta poderosa na aprendizagem e podem estimular a crítica e a reflexão." Mas todo mundo sabe que a rede tem também conteúdos desaconselháveis para a garotada e que boa parte dos games tem enredos violentos. "Cabe aos pais e professores orientar e conquistar as crianças para conhecer sites e games que vão ampliar seus conhecimentos", diz Andréa.
sexta-feira, 5 de março de 2010
quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010
A SAUDAÇÃO PAZ E BEM
A saudação franciscana de "Paz e Bem" tem sua origem na descoberta e na vocação do envio dos discípulos, que São Francisco descobriu no Evangelho e, que ele colocou na Regra dos Frades Menores - "o modo de ir pelo mundo". Lucas (10,5) fala na saudação "A paz esteja nesta casa", e Francisco acrescenta que a saudação deve ser dada a todas as pessoas que os frades encontrarem pelo caminho: "O Senhor vos dê a paz".No seu Testamento, Francisco revela que recebeu do Senhor mesmo esta saudação. Portanto, ela faz parte de sua inspiração original de vida: anunciar a paz.
quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010
Pré-adolescentes: como lidar com eles?
Ele vive questionando você, quer roupas e objetos da moda, exige que a festa de aniversário não tenha a presença de adultos e ainda nem fez 10 anos? Calma. Apesar de assustador, tais atitudes já são esperadas nessa faixa etária, pelo menos para os especialistas do ramo. Na teoria, a explicação é simples. Com as mudanças rápidas que acontecem no mundo e o acesso fácil à informação que as crianças têm, os comportamentos comuns na adolescência – leia-se rebeldia, independência, egocentrismo – aparecem antes da hora, encurtando a infância. E essas informações acontecem sempre no sentido de estimular a criança a ter atitudes de adulto, como comprar, criticar, competir. Na prática, a explicação não ajuda muito e resulta em pais cada vez mais confusos. Afinal, eles perdem o lugar de heróis para serem quase vilões muito mais cedo do que esperavam.
Como agir
Segundo a terapeuta familiar e psicanalista infantil da Universidade Federal de São Paulo, Annelise Scappaticci, a criança também está confusa. "De um lado ela não é mais criança. Também não é adolescente, mas quer agir como eles e se sentem frustrados", observa. Um modo de lidar com a situação é se manter atualizado, saber o que acontece no mundo dessa criança para conhecer suas necessidades e vontades. "Também é preciso não querer ser um pai ou mãe perfeitos e entrar em um círculo vicioso de culpa cada vez que é criticado pelo filho. Você com certeza está fazendo o melhor que pode e isso será bom para a criança", alerta Scappaticci.
Mas o mais importante é nunca esquecer das regras que vocês sempre seguiram. "Diga não e explique seus motivos sem ter medo do filho. O adolescente e a criança precisam de limites e, pedem isso com suas atitudes. Se não têm, eles ficam perdidos. Os pais precisam lembrar que colocar limites não é uma questão de bronca. É um ato principalmente de amor. E se pai e mãe não colocarem, a vida mais tarde colocará de uma forma ou outra", alerta o pediatra Maurício de Souza Lima.
Cuidado com o consumo
Nessa fase, a criança ainda não é adolescente, mas quer se comportar exatamente como eles, isto é, sair sozinha, ser independente, fazer o que bem entende sem pedir permissão. Quando descobre que não pode, fica frustrada e muitas vezes compensa a raiva querendo ter mais e mais. Somado ao fato de já viver em uma sociedade consumista, corre o risco de acabar com um modelo de celular melhor do que o do pai ou roupas mais caras que as da mãe. "Também é o momento de colocar limites e ensinar aos filhos que a frustração precisa ser elaborada e não substituída por objetos da moda", alerta a psicanalista Annelise Scappaticci.
Fonte: http://revistacrescer.globo.com/Revista/Crescer/0,,EMI17044-15143,00.html
Como agir
Segundo a terapeuta familiar e psicanalista infantil da Universidade Federal de São Paulo, Annelise Scappaticci, a criança também está confusa. "De um lado ela não é mais criança. Também não é adolescente, mas quer agir como eles e se sentem frustrados", observa. Um modo de lidar com a situação é se manter atualizado, saber o que acontece no mundo dessa criança para conhecer suas necessidades e vontades. "Também é preciso não querer ser um pai ou mãe perfeitos e entrar em um círculo vicioso de culpa cada vez que é criticado pelo filho. Você com certeza está fazendo o melhor que pode e isso será bom para a criança", alerta Scappaticci.
Mas o mais importante é nunca esquecer das regras que vocês sempre seguiram. "Diga não e explique seus motivos sem ter medo do filho. O adolescente e a criança precisam de limites e, pedem isso com suas atitudes. Se não têm, eles ficam perdidos. Os pais precisam lembrar que colocar limites não é uma questão de bronca. É um ato principalmente de amor. E se pai e mãe não colocarem, a vida mais tarde colocará de uma forma ou outra", alerta o pediatra Maurício de Souza Lima.
Cuidado com o consumo
Nessa fase, a criança ainda não é adolescente, mas quer se comportar exatamente como eles, isto é, sair sozinha, ser independente, fazer o que bem entende sem pedir permissão. Quando descobre que não pode, fica frustrada e muitas vezes compensa a raiva querendo ter mais e mais. Somado ao fato de já viver em uma sociedade consumista, corre o risco de acabar com um modelo de celular melhor do que o do pai ou roupas mais caras que as da mãe. "Também é o momento de colocar limites e ensinar aos filhos que a frustração precisa ser elaborada e não substituída por objetos da moda", alerta a psicanalista Annelise Scappaticci.
Fonte: http://revistacrescer.globo.com/Revista/Crescer/0,,EMI17044-15143,00.html
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