quinta-feira, 20 de maio de 2010

O Reforço Escolar propiciando a melhoria da apendizagem dos educandos

O reforço escolar tem por objetivo a aprendizagem dos educandos em nível de desigualdade com o ritmo da turma, consolidando e ampliando os conhecimentos, enriquecendo as experiências cultuais e sociais, para assim ajudá-lo a vencer os obstáculos presentes em sua aprendizagem.

Para que o reforço escolar tenha êxito, é necessário bastante cuidado como planejamento, definição de metas, escolha de alternativas envolvendo os educandos, e principalmente a união de pais escola e comunidade para assim ser uma ação articulada em conjunto.
Durante as atividades de reforço escolar, é possível desenvolver um conjunto de atividades bastante amplo, atividades que interessem os alunos pelo novo, más que faça parte do seu dia-a-dia, dando assim um sentido ao que aprender, assim fazendo com que as atividades aconteçam de forma contínua, ou seja, mesmo que o aluno esteja em casa, na rua, na igreja, etc. ele aprenderá e fará relação do que ver com a sala de aula, pois quando um conhecimento tem sentido na sua vida, se faz relação do conteúdo com o cotidiano.
É nesta proposta que se dá a importância da observação dos educandos, o professor precisa conhecer bem seus alunos, para assim identificar as principais dificuldades enfrentadas por eles e descobrir a melhor maneira de barrá-las.São muitas as maneiras de deixar uma aprendizagem mais criativa, jogos, músicas, livros, passeios, historias, etc.São apenas poucas das inúmeras formas de ludicidar o aprender , e cabe ao educador encontrar a melhor maneira pois só ele é capaz de conhecer seu aluno.

“a alfabetização é um processo contínuo na vida do educando, mas levando em consideração a heterogeneidade, cada individuo é único, uns conseguem assimilar rápido o sentido da leitura e da escrita, interpretando e formando sua criticidade, outros por vários motivos demoram mais um pouco para despertar suas habilidades, a partir daí, surge a importância do reforço, uma dedicação exclusiva para alunos que apresentam dificuldades, oportunizando aos mesmos a refletir sobre a escrita, onde o trabalho deve ser centrado na dificuldade individual”
Taciana Cabral  (Pedagoga e Especialista em Inspeção e Gestão Escolar)

quinta-feira, 13 de maio de 2010

A importância da parceria entre família e escola no desenvolvimento educacional

Essa é uma relação decisiva para o sucesso da Educação.


A família é o primeiro contexto na qual a criança desenvolve padrões de socialização, deste modo, ela se relaciona com todo o conhecimento adquirido durante sua experiência de vida primária que vai refletir na sua vida escolar. Sendo assim, o sucesso da tarefa da escola depende da colaboração familiar ativa.


É impossível colocar à parte escola, família e sociedade, pois, se o indivíduo é aluno, filho e cidadão, ao mesmo tempo, a tarefa de ensinar não compete apenas à escola, porque o aluno aprende também através da família, dos amigos, das pessoas que ele considera significativas, dos meios de comunicação, do cotidiano. Sendo assim, é preciso que professores, família e comunidade tenham claro que a escola precisa contar com o envolvimento de todos.

É necessário que família e escola se encarem responsavelmente como parceiras de caminhada, pois, ambas são responsáveis pelo que produz, podendo reforçar ou contrariar a influência uma da outra. Família e escola precisam criar, através da educação, uma força para superar as suas dificuldades, construindo uma identidade própria e coletiva, atuando juntas como agentes facilitadores do desenvolvimento pleno do educando.

quinta-feira, 6 de maio de 2010

A IMPORTÂNCIA DO ESPORTE NA ADOLESCÊNCIA

Sabemos que hábitos saudáveis devem ser adquiridos o quanto antes.
Sabemos também que o sedentarismo e a obesidade são dois dos principais fatores de risco modificáveis para a saúde, sendo responsáveis por boa parte dos óbitos precoces.
Estes dois fatos já seriam suficientes para estimular a prática de esportes na adolescência, mas as razões vão muito além.
No passado bem próximo, a atividade física natural, aquela necessária para realizarmos nossos afazeres diários, eram intensas.
Nossos pais andavam cerca de 5 kms por dia para ir às poucas escolas das cidades. Nossas avós tinham grande atividade lavando roupas, passando com ferros pesados e limpando a casa que eram desprovidas dos nossos modernos pisos (tão práticos!). As crianças brincavam livremente nas ruas, andavam de bicicleta, corriam, subiam em árvores. Passavam horas fazendo atividades físicas e tomando sol.
Muitos pais e avós se recusam a ver a necessidade de substituir estes saudáveis hábitos (quase impossíveis nas grandes cidades) por atividades físicas programadas. Fazer esportes durante uma hora pelo menos 4 xs por semana é garantir atividade física mínima pelo menos metade dos dias do ano (lembrem-se que a semana tem 7 dias e que existem feriados e férias!).
No entanto existem outras vantagens para a atividade física programada, não tão fáceis de enxergar como as anteriores.
Uma delas é aprender a obedecer regras. Num tempo em que quase não existem restrições aos adolescentes, obedecer a um técnico, que poderá puni-lo até com a exclusão da equipe, pode ser vital para a formação do caráter.
No esporte o adolescente aprende a relação causa - consequência: "Se eu treino fico bom, se não treino, estou fora", "Se não me dedicar não tenho chance de vencer", etc.
Aprende a se preparar com antecedência para eventos futuros. Na escola costumam estudar na véspera, ou deixar o trabalho para o último dia. No esporte isto não funciona. Muitos adolescentes ensaiam o ano inteiro para apresentações de dança e patinação no final do ano.
Aprende-se responsabilidade para com o grupo, não dá para "dormir mais um pouquinho" no dia da competição, deixando os companheiros "na mão". Corre-se o risco de ser marginalizado se assim o fizer.
Experimenta-se na derrota ou ao ser preterido para o time, o gosto da frustração, sentimento que os pais de hoje não permitem que os filhos experimentem, nem mesmo na hora de "tirar a chupeta". Treino este que aumenta o QE (coeficiente emocional) e prepara o jovem para as várias frustrações, que nenhum de nós escapa de enfrentar, sem ter que recorrer a nenhum tipo de droga (sejam elas lícitas ou ilícitas).
Todos nossos precisamos ter também a sensação de sermos especiais e de sermos notados em meio a multidão. O adolescente esportista não precisa recorrer a tinta no cabelo ou piercings com esta finalidade. Na hora de um espetáculo, de um jogo ou uma competição, lá estarão seus pais e amigos, torcendo e se orgulhando dele. Neste momento ELE será o centro das atenções.
Temos apenas que cuidar que a partir dos 12 anos a atividade física escolhida vá de encontro a dois pontos: aptidão física e gosto pessoal. O adolescente forçado a praticar esportes muito além de suas condições (ex.: baixa estatura e basquete) estará fadado ao insucesso independentemente de seus esforços, o que é cruel. Unir todas estas vantagens ao prazer e à felicidade é o nosso ideal. Portanto devemos deixar que nossos filhos conheçam o maior número possível de modalidades para que possam fazer uma opção consciente. O tempo mínimo para se conhecer uma modalidade é de 6 meses. Não se deve permitir que a criança abandone o esporte antes deste prazo, pois estaríamos indo contra o aprendizado da persistência e construindo jovens volúveis, indolentes e irresponsáveis.
Espero estar contribuindo para que os pais estejam mais cientes de sua importância na formação do caráter e da felicidade de seus filhos, não só com condescendência, mas também com autoridade e amor.

FELIZ DIA DAS MÃES!

quinta-feira, 29 de abril de 2010

A PAZ SE APRENDE NAS ESCOLAS

A chance de construir um mundo sem violência está na mão dos professores, que criam condições para gerações e culturas diferentes dialogarem. Essa é uma das idéias de Ubiratan D Ambrosio, homem com um olhar para o futuro.

Transdisciplinaridade é uma palavra esquisita e guarda um conceito ainda novo para nossos ouvidos leigos, mas vem recebendo a atenção da academia há tempos. O professor Ubiratan D Ambrosio é um dos primeiros a falar disso no Brasil. "Trans" é mais que "multi". É para "além de". É um universo em que as disciplinas - matemática, literatura, geografia etc. - não só se complementam, mas principalmente incluem o indivíduo, o que sente e pensa. Nessa abordagem, a escola tem um papel fundamental na educação para a paz.

Se começa incluindo os aspectos emocional e espiritual. Na hora em que você faz uma usina hidrelétrica e cobre um lugar onde estavam as raízes de muitas pessoas, nem percebe a angústia que gerou. A transposição do rio São Francisco é o caso mais recente. O rio, se passasse por outra região, beneficiaria mais gente. Há méritos nisso. Por outro lado, as pessoas que hoje estão perto dele sentirão um vazio quando ele mudar de lugar. E não estamos pensando no impacto desse vazio a médio e longo prazo. É mais ou menos o que acontece com uma árvore sem raiz. Se bate um vento forte, ela tomba. Assim se dá com o indivíduo que imigrou para fugir da seca, para fugir da violência, para buscar novas oportunidades.

Os filhos dos engenheiros, dos professores, dos jornalistas enfrentam o seguinte problema: a falta de tempo dos pais. O pai paga o professor particular, dá um computador melhor, mas não estuda com o filho. A comunicação continua interrompida entre as gerações. Ao trabalhar com isso, a escola devolve a dignidade. Quando os pais se tornam detentores de um conhecimento que interessa ao filho, ambos se beneficiam. Isso valoriza a geração mais velha e dá às crianças legitimidade para admirar os pais. "Poxa, até que essa geração mais velha tem algo a oferecer", pensam. E é nisso que se inserem as tradições. A escola pode ajudar? Mas é claro. Só a escola.

(Parte da entrevista de Prof.Ubiratan D Ambrosio para Educar para Crescer)
http://educarparacrescer.abril.com.br/aprendizagem/paz-se-aprende-escola-423882.shtml



"Violência vem do medo. Medo, de imcompreensão, que vem de ignorância. E ignorância se combate com Educação." Professor Ubiratan D Ambrosio

quinta-feira, 1 de abril de 2010

MÁQUINA DE QUADRINHOS DA TURMA DA MÔNICA

Você conhece o 1º editor online de histórias em quadrinhos do Brasil? Pois é, Mauricio de Souza mais uma vez pensando nas nossas crianças criou um site que dá oportunidade aos pequenos em criar, montar e divulgar suas historinhas. No site, fãs de todas as idades podem criar suas próprias histórias, usando personagens, cenários, objetos e balões do universo da Turma da Mônica. As histórias são avaliadas pelos visitantes da página, e as melhores poderão até ser publicadas nas revistas da Turma da Mônica. Para criar suas histórias, não é preciso pagar nada: um pacote de imagens gratuito está sempre disponível para todos os participantes cadastrados. E para ler e votar nas histórias do portal, não há necessidade nem de cadastro!

Vamos lá garotada, acessem o http://www.maquinadequadrinhos.com.br/ e divirtam-se!