quinta-feira, 27 de maio de 2010

Música em todas as escolas

A obrigatoriedade do ensino de Música em todas as escolas do país até 2011, se torna lei.
Escolas públicas e privadas de todo o Brasil têm até 2011 para incluir o ensino de Música em sua grade curricular. A exigência surgiu com a lei nº 11.769, sancionada em 18 de agosto de 2008, que determina que a música deverá ser conteúdo obrigatório em toda a Educação Básica. "O objetivo não é formar músicos, mas desenvolver a criatividade, a sensibilidade e a integração dos alunos", diz Clélia Craveiro, presidente da Câmara de Educação Básica do CNE (Conselho Nacional de Educação).

A música não será necessariamente uma disciplina exclusiva. Ela integrará o Ensino de Arte, e será apenas uma das linguagens da disciplina chamada Artes, que pode englobar ainda Artes Plásticas e Cênicas. É interessante se trabalhar com uma equipe multidisciplinar e, nela, ter um professor de Música. Cada escola terá autonomia para decidir como incluir esse conteúdo de acordo com seu projeto político-pedagógico".

quinta-feira, 20 de maio de 2010

O Reforço Escolar propiciando a melhoria da apendizagem dos educandos

O reforço escolar tem por objetivo a aprendizagem dos educandos em nível de desigualdade com o ritmo da turma, consolidando e ampliando os conhecimentos, enriquecendo as experiências cultuais e sociais, para assim ajudá-lo a vencer os obstáculos presentes em sua aprendizagem.

Para que o reforço escolar tenha êxito, é necessário bastante cuidado como planejamento, definição de metas, escolha de alternativas envolvendo os educandos, e principalmente a união de pais escola e comunidade para assim ser uma ação articulada em conjunto.
Durante as atividades de reforço escolar, é possível desenvolver um conjunto de atividades bastante amplo, atividades que interessem os alunos pelo novo, más que faça parte do seu dia-a-dia, dando assim um sentido ao que aprender, assim fazendo com que as atividades aconteçam de forma contínua, ou seja, mesmo que o aluno esteja em casa, na rua, na igreja, etc. ele aprenderá e fará relação do que ver com a sala de aula, pois quando um conhecimento tem sentido na sua vida, se faz relação do conteúdo com o cotidiano.
É nesta proposta que se dá a importância da observação dos educandos, o professor precisa conhecer bem seus alunos, para assim identificar as principais dificuldades enfrentadas por eles e descobrir a melhor maneira de barrá-las.São muitas as maneiras de deixar uma aprendizagem mais criativa, jogos, músicas, livros, passeios, historias, etc.São apenas poucas das inúmeras formas de ludicidar o aprender , e cabe ao educador encontrar a melhor maneira pois só ele é capaz de conhecer seu aluno.

“a alfabetização é um processo contínuo na vida do educando, mas levando em consideração a heterogeneidade, cada individuo é único, uns conseguem assimilar rápido o sentido da leitura e da escrita, interpretando e formando sua criticidade, outros por vários motivos demoram mais um pouco para despertar suas habilidades, a partir daí, surge a importância do reforço, uma dedicação exclusiva para alunos que apresentam dificuldades, oportunizando aos mesmos a refletir sobre a escrita, onde o trabalho deve ser centrado na dificuldade individual”
Taciana Cabral  (Pedagoga e Especialista em Inspeção e Gestão Escolar)

quinta-feira, 13 de maio de 2010

A importância da parceria entre família e escola no desenvolvimento educacional

Essa é uma relação decisiva para o sucesso da Educação.


A família é o primeiro contexto na qual a criança desenvolve padrões de socialização, deste modo, ela se relaciona com todo o conhecimento adquirido durante sua experiência de vida primária que vai refletir na sua vida escolar. Sendo assim, o sucesso da tarefa da escola depende da colaboração familiar ativa.


É impossível colocar à parte escola, família e sociedade, pois, se o indivíduo é aluno, filho e cidadão, ao mesmo tempo, a tarefa de ensinar não compete apenas à escola, porque o aluno aprende também através da família, dos amigos, das pessoas que ele considera significativas, dos meios de comunicação, do cotidiano. Sendo assim, é preciso que professores, família e comunidade tenham claro que a escola precisa contar com o envolvimento de todos.

É necessário que família e escola se encarem responsavelmente como parceiras de caminhada, pois, ambas são responsáveis pelo que produz, podendo reforçar ou contrariar a influência uma da outra. Família e escola precisam criar, através da educação, uma força para superar as suas dificuldades, construindo uma identidade própria e coletiva, atuando juntas como agentes facilitadores do desenvolvimento pleno do educando.

quinta-feira, 6 de maio de 2010

A IMPORTÂNCIA DO ESPORTE NA ADOLESCÊNCIA

Sabemos que hábitos saudáveis devem ser adquiridos o quanto antes.
Sabemos também que o sedentarismo e a obesidade são dois dos principais fatores de risco modificáveis para a saúde, sendo responsáveis por boa parte dos óbitos precoces.
Estes dois fatos já seriam suficientes para estimular a prática de esportes na adolescência, mas as razões vão muito além.
No passado bem próximo, a atividade física natural, aquela necessária para realizarmos nossos afazeres diários, eram intensas.
Nossos pais andavam cerca de 5 kms por dia para ir às poucas escolas das cidades. Nossas avós tinham grande atividade lavando roupas, passando com ferros pesados e limpando a casa que eram desprovidas dos nossos modernos pisos (tão práticos!). As crianças brincavam livremente nas ruas, andavam de bicicleta, corriam, subiam em árvores. Passavam horas fazendo atividades físicas e tomando sol.
Muitos pais e avós se recusam a ver a necessidade de substituir estes saudáveis hábitos (quase impossíveis nas grandes cidades) por atividades físicas programadas. Fazer esportes durante uma hora pelo menos 4 xs por semana é garantir atividade física mínima pelo menos metade dos dias do ano (lembrem-se que a semana tem 7 dias e que existem feriados e férias!).
No entanto existem outras vantagens para a atividade física programada, não tão fáceis de enxergar como as anteriores.
Uma delas é aprender a obedecer regras. Num tempo em que quase não existem restrições aos adolescentes, obedecer a um técnico, que poderá puni-lo até com a exclusão da equipe, pode ser vital para a formação do caráter.
No esporte o adolescente aprende a relação causa - consequência: "Se eu treino fico bom, se não treino, estou fora", "Se não me dedicar não tenho chance de vencer", etc.
Aprende a se preparar com antecedência para eventos futuros. Na escola costumam estudar na véspera, ou deixar o trabalho para o último dia. No esporte isto não funciona. Muitos adolescentes ensaiam o ano inteiro para apresentações de dança e patinação no final do ano.
Aprende-se responsabilidade para com o grupo, não dá para "dormir mais um pouquinho" no dia da competição, deixando os companheiros "na mão". Corre-se o risco de ser marginalizado se assim o fizer.
Experimenta-se na derrota ou ao ser preterido para o time, o gosto da frustração, sentimento que os pais de hoje não permitem que os filhos experimentem, nem mesmo na hora de "tirar a chupeta". Treino este que aumenta o QE (coeficiente emocional) e prepara o jovem para as várias frustrações, que nenhum de nós escapa de enfrentar, sem ter que recorrer a nenhum tipo de droga (sejam elas lícitas ou ilícitas).
Todos nossos precisamos ter também a sensação de sermos especiais e de sermos notados em meio a multidão. O adolescente esportista não precisa recorrer a tinta no cabelo ou piercings com esta finalidade. Na hora de um espetáculo, de um jogo ou uma competição, lá estarão seus pais e amigos, torcendo e se orgulhando dele. Neste momento ELE será o centro das atenções.
Temos apenas que cuidar que a partir dos 12 anos a atividade física escolhida vá de encontro a dois pontos: aptidão física e gosto pessoal. O adolescente forçado a praticar esportes muito além de suas condições (ex.: baixa estatura e basquete) estará fadado ao insucesso independentemente de seus esforços, o que é cruel. Unir todas estas vantagens ao prazer e à felicidade é o nosso ideal. Portanto devemos deixar que nossos filhos conheçam o maior número possível de modalidades para que possam fazer uma opção consciente. O tempo mínimo para se conhecer uma modalidade é de 6 meses. Não se deve permitir que a criança abandone o esporte antes deste prazo, pois estaríamos indo contra o aprendizado da persistência e construindo jovens volúveis, indolentes e irresponsáveis.
Espero estar contribuindo para que os pais estejam mais cientes de sua importância na formação do caráter e da felicidade de seus filhos, não só com condescendência, mas também com autoridade e amor.

FELIZ DIA DAS MÃES!